sábado, 18 de maio de 2013
“O problema é quando a menina coloca na cabeça dela que ser desapegada é beber 10 doses de tequila, dançar funk até o chão, e ficar com 5 caras na mesma noite. Ser desapegada é não se importar de ficar solteira, é não ter medo de sair e voltar sozinha pra casa, é conseguir assistir um filme sem chorar imaginando o porque que a sua vida não é exatamente igual, é estar com alguém e não ter medo perdê-lo. Ser desapegada é saber que o amor próprio é capaz de te aquecer em noites frias e ter certeza de que homem não é insubstituível. Sempre terão outras histórias, novos perfumes e outros abraços de moletom. Ser desapegada é ser mais você, é se amar antes de amar qualquer outro. Você pode estar namorando, mas se ele quiser te largar… Ok, adeus. Do meu lado apenas quem quiser estar. O desapego vai muito além desse conceito errado de mulher louca piriguete da noite.”
— Isabela Freitas

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Quem escreve

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Graziela Almeida, 29, Paulistana. Filha da João e Izabel. Irmã da Rita, Gabriela e Sandro. Casada e muito bem casada com Julio Cesar. Sou mulher quando tenho que ser e menina muleca em 90% do meu dia, feliz e sonhadora. Apaixonada por fotografia e musica. Sou um monte de coisa, mas só quem me conhece e convive comigo sabe, no mais, só desvendando mesmo.

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